Mês: julho 2015

CURSO DE LEGISLAÇÃO E PROJETOS DE PREFEITURA

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Prof. Azenil de Carvalho Filho

Depois do sucesso do Curso de Legislação e Legalização de Imóveis, surgiu a necessidade de um módulo específico para Legislação aplicável aos projetos urbanos e licenciamento, surgindo assim o CURSO DE LEGISLAÇÃO DE PROJETOS E PREFEITURA.

Enquanto o Curso de Legislação e Legalização aborda conceitos de Direitos Reais, Impostos incidentes sobre os imóveis e tramitação processual, o curso de LEGISLAÇÃO DE PROJETOS E PREFEITURA irá abordar especificamente as Leis e Regulamentos vigentes para aprovar um projeto urbano na Prefeitura do Rio de Janeiro.

Teremos um histórico de como começou o ordenamento urbano e logo a seguir teremos o conhecimento e aplicação das limitações impostas pela Prefeitura nos diversos tipos de imóveis:  Unifamiliar, Bi familiar, Edificação Multifamiliar e Leis transitórias como a Mais Valia.

O Curso tem como público alvo os profissionais Técnicos em Edificações e de Engenharia e Arquitetura que militam na área de projetos e legalizações, mas pode ser um grande ganho para o Profissional da área Jurídica que atua em Direito Imobiliário e outros profissionais que desejem atuar na área.

Objetivos:

A partir do conhecimento das normas de uso e ocupação do solo no município do Rio de Janeiro, ao final do curso o aluno estará:

  • Preparado para melhor desempenhar suas atividades de elaboração, execução e aprovação de projetos urbanos;
  • Apto a apresentar recursos administrativos embasados em legislação vigente;
  • Capacitado a identificar a melhor solução ao caso concreto de legalização de imóveis urbanos.

EMENTA DO CURSO

A legislação urbana ao longo da história;

O conceito de planejamento urbano no Brasil ao longo do século XX.

A legislação urbana básica no Município do Rio de Janeiro

Regulamentos de Zoneamento – Decreto 322/1976

Regulamento de Parcelamento da Terra  /  Regulamento de Construções e Edificações;

Regulamento de Licenciamento e Fiscalização. Decreto 3800/1970

Decreto 5281/1985 – Edificação Uni e Bi Familiar

Decreto 5726/1986 – Simplifica as normas de licenciamento e Habite-se

Decreto 7336/1988 – Edificação Multifamiliar

Decreto 10426/1991 – Simplifica as Normas para Edificação Uni e Bi Familiar

Lei 2079/93 – Condições Especiais para Grupamento de Edificações

Decreto 37918/2013 – Simplifica as Normas para Uni e Bifamiliar

Lei Complementar 157/2015 – Novo prazo para Mais Valia – LC 99/2009

A legislação urbana na prática

Elaboração e análise de certidão de informações;

Procedimentos administrativos para a obtenção de licença, habite-se ou da aceitação das obras.

Estudos práticos de projetos e legislação.

PREVISÃO DE TURMA: OUTUBRO DE 2015

INVESTIMENTO: R$ 280,00 – Incluindo apostila com todas as Leis e Decretos abordados e coffee break manhã/tarde

SÁBADO: DAS 09:00h às 18:00h – Rua Buenos Aires n.90, 5º andar – Próximo ao Metrô Uruguaiana – Centro – RJ.

Docente: Azenil de Carvalho Filho. Engenheiro Civil e de Segurança do Trabalho. Especialista em Perícias e Avaliações Judiciais. Bacharel em Direito, Pós Graduando em Direito Imobiliário. Corretor de Imóveis. Mestrando em Engenharia Urbana. Professor Universitário. Atuando como profissional da área de legalização e legislação desde 1980.

Drywall (gesso acartonado) – Pinturas personalizadas e Trabalhos em Gesso

Drywall (gesso acartonado).
Descrição
Sistema para construção de forros e paredes, combinando estruturas de aço galvanizado com chapas de gesso de alta resistência mecânica, física e acústica. *Com mais economia que a parede de alvenaria, O Drywall Também tem:
Flexibilidade para projetos
Alívio de carga estrutural
Limpeza no canteiro de obras

Evita desperdícios de material
Rapidez na execução
Acabamento sem Trincas
Conforto térmico e Acústicos
Facilidade de acessos às instalações Elétricas e Hidráulicas

Outros Trabalhos em:

Steel frame (placa Cimentícia).
Pintura.
Texturas

Tecidos na parede podem ajudar a melhorar o conforto do ambiente, pois além de terem textura suave, são absorventes. Isso faz com que o som não fique rebatendo nas superfícies, evitando o efeito de eco que faz com que qualquer espaço fique com clima de galpão. A sensação gerada é então mais aconchegante, mesmo que ao se entrar no espaço não se saiba por quê

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Tetos decorativos em Gesso

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Pinturas Personalizadas

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Revestimentos em Tecido

3ª Turma do Curso de Legislação e Legalização e Imóveis – RJ

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Prof. Azenil Carvalho
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3ª Turma – Julho de 2015
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Sala de Aula

No dia 25 de Julho de 2015 aconteceu mais um evento do CURSO DE LEGISLAÇÃO E LEGALIZAÇÃO DE IMÓVEIS no Rio de Janeiro.

Abordamos assuntos recentes como o novo prazo para a MAIS VALIA e DISO ELETRÔNICA, nova forma de obter a Certidão Negativa de Débitos, entre outros.

Os alunos tiveram noção de como é o procedimento para legalização de imóveis, o Processo Administrativo, Licença de Obras, Habite-se, Fracionamento e Desmembramento.

Tivemos ainda um módulo sobre as diversas formas de consultas e pesquisa na Internet utilizadas na legalização, busca de leis e regulamentos e muito mais

Os 35 alunos participantes confiaram e investiram o seu tempo para adquirir conhecimento a capacitação profissional

Azenil Carvalho Engenharia LTDA, através de seus sócios Azenil Carvalho e Claudia Canavarro agradecem a confiança.

DISO ELETRÔNICA – NOVO PROCEDIMENTO PARA OBTER CND

Construção Civil – ADE N° 25 da RFB dispõe sobre a Declaração e Informação Sobre Obra – DISO

FONTE: WWW.SISCONTABIL.COM.BR
Através do Ato Declaratório Executivo – ADE nº 25, publicado no Diário Oficial da União desta terça-feira (29/7), a Receita Federal do Brasil tratou das regras de preenchimento da Declaração e Informação Sobre Obra – DISO.

A DISO serve para prestar informações relativas a notas fiscais de empreiteiros e a obras do tipo 13 (treze), mista, de que tratam os artigos 339 e 349 da Instrução Normativa nº 971/2009.

De acordo com o ADE nº 25, o proprietário do imóvel, o dono da obra, o incorporador pessoa jurídica ou pessoa física, ou a empresa construtora contratada para executar obra mediante empreitada total deverá preencher a DISO, disponível no sítio da Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) na Internet, quanto à prestação de informações relativas a notas fiscais de empreiteiros e a obras do tipo 13 (treze), mista, observando-se as regras previstas nesta norma.

Este Ato Declaratório veio atender às regras estabelecidas pelo artigo 339 da Instrução Normativa nº 971 de 2009, que dispõe sobre normas gerais de tributação previdenciária e de arrecadação das contribuições sociais destinadas à Previdência Social e as destinadas a outras entidades ou fundos, administradas pela Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB).

DISO – Artigo 339 da Instrução Normativa nº 971/2009
Para regularização da obra de construção civil, o proprietário do imóvel, o dono da obra, o incorporador pessoa jurídica ou pessoa física, ou a empresa construtora contratada para executar obra mediante empreitada total deverá informar à RFB os dados do responsável pela obra e os relativos à obra, mediante utilização da Declaração e Informação sobre Obra (DISO), disponível no sítio da RFB na Internet, no endereço.

Obra Mista (tipo 13)
De acordo com inciso III do artigo 349 da Instrução Normativa nº 971/2009, enquadra-se em obra mista, se ocorrer uma ou mais das seguintes circunstâncias:
a) 50% (cinquenta por cento) das paredes externas, pelo menos, for de madeira, de metal, pré-moldada ou pré-fabricada;
b) a estrutura for de metal;
c) a estrutura for pré-fabricada ou pré-moldada;
d) a edificação seja do tipo rústico, sem fechamento lateral, ou lateralmente fechada apenas com tela e mureta de alvenaria.
A classificação no tipo 13 (treze) levará em conta unicamente o material das paredes externas ou da estrutura, independentemente do utilizado na cobertura, no alicerce, no piso ou na repartição interna (§ 1º do artigo 349 da IN nº 971/2009)

Confira a seguir:
A seguir integra do Ato Declaratório nº 25/2014
Conteúdo dos artigos 331, 339 e 349 da Instrução Normativa nº 971/2009.

SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL
SUBSECRETARIA DE ARRECADAÇÃO E ATENDIMENTO COORDENAÇÃO-GERAL DE ARRECADAÇÃO E COBRANÇA
ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 25, DE 25 DE JULHO DE 2014
DOU de 29-7-2014

Dispõe sobre o preenchimento da Declaração e Informação sobre Obra (DISO) disponível no sítio da Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) na Internet, quanto à prestação de informações relativas a notas fiscais de empreiteiros e a obras do tipo 13 (treze), mista.

O COORDENADOR-GERAL DE ARRECADAÇÃO E COBRANÇA, no uso da atribuição que lhe confere o inciso III do art. 312 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal do Brasil, aprovado pela Portaria MF nº 203, de 14 de maio de 2012, e tendo em vista o disposto no art. 339 da Instrução Normativa RFB nº 971, de 13 de novembro de 2009, declara:

Art. 1º O proprietário do imóvel, o dono da obra, o incorporador pessoa jurídica ou pessoa física, ou a empresa construtora contratada para executar obra mediante empreitada total deverá preencher a Declaração e Informação sobre Obra (DISO), disponível no sítio da Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) na Internet, quanto à prestação de informações relativas a notas fiscais de empreiteiros e a obras do tipo 13 (treze), mista, observando-se as regras previstas neste Ato Declaratório Executivo.

Art. 2º Na existência de decisão judicial que vede a aplicação da retenção prevista no art. 31 da Lei nº 8.212, de 24 de julho de 1991, ou na situação prevista no art. 1º do Ato Declaratório Interpretativo RFB nº 8, de 30 de dezembro de 2013, o proprietário do imóvel, o dono da obra, o incorporador pessoa jurídica ou a construtora que tenha contratado prestador de serviços deverá preencher na ficha “Notas Fiscais de prestadores de serviço de construção civil (Empreiteira/Subempreiteira)”:
I – os campos “Valor da Retenção” e “Valor Autenticado” com 999,99;
II – os campos “Banco” e “Agência” com o código 999;
III – o campo “Competência de Recolhimento referente à Retenção” com a competência (mês e ano) da nota fiscal informada; e
IV – o campo “Data de Autenticação” com a data de emissão da nota fiscal informada.
Parágrafo único. A RFB poderá exigir a qualquer tempo a comprovação das situações que originaram o procedimento descrito no caput.

Art 3º Na hipótese de emissão de 1 (uma) nota fiscal referente a mais de 1 (uma) competência deverá ser preenchida somente 1 (uma) ficha “Notas Fiscais de prestadores de serviço de construção civil (Empreiteira/Subempreiteira)” atinente à competência de emissão da nota fiscal do prestador.
§ 1º Na situação prevista no caput, o campo “Remuneração Constante na GFIP do Prestador” deverá ser preenchido com a soma das remunerações constantes nas Guias de Recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço e Informações à Previdência Social (GFIP) referentes às competências abrangidas pela nota fiscal.
§ 2º As informações mensais declaradas na GFIP do prestador de serviços com vinculação inequívoca à obra serão utilizadas desde que constantes nos sistemas da RFB.
§ 3º Na situação prevista no caput, a RFB poderá exigir a qualquer tempo a comprovação das situações que originaram a emissão de GFIP sem a correspondente emissão de nota fiscal.

Art 4º Na existência de mais de 1 (uma) nota fiscal para a mesma competência, deverá ser preenchida 1 (uma) ficha “Notas Fiscais de prestadores de serviço de construção civil (Empreiteira/Subempreiteira)” para cada nota fiscal emitida, com suas correspondentes informações.
§ 1º Na situação prevista no caput, o campo “Remuneração Constante na GFIP do Prestador” deverá ser preenchido com a informação da remuneração contida na GFIP da competência a que se refiram as notas fiscais e será a mesma para todas as notas fiscais.
§ 2º Na existência de 1 (uma) Guia da Previdência social (GPS) referente ao recolhimento de retenção relativa à totalidade das notas fiscais emitidas, os campos “Banco”, “Agência”, “Data de Autenticação” e “Valor Autenticado” deverão ser preenchidos com as informações constantes na GPS e serão as mesmas para todas as notas fiscais.
§ 3º Na existência de 1 (uma) GPS referente ao recolhimento de retenção relativa a cada nota fiscal emitida, os campos “Banco”, “Agência”, “Data de Autenticação” e “Valor Autenticado” atinente a cada nota fiscal deverão ser preenchidos com as informações constantes na GPS vinculada a sua respectiva nota fiscal.

Art. 5º Observado o disposto no § 3º do art. 349 da Instrução Normativa RFB nº 971, de 13 de novembro de 2009, enquanto vigorar este artigo, para as obras que se enquadrem no tipo 13 (treze), mista, e que tenham como comprovação do enquadramento documento que não seja nota fiscal da aquisição da madeira, da estrutura de metal ou da estrutura pré-fabricada ou pré-moldada, deverá ser selecionada na ficha “Dados da Obra: Informações de enquadramento”, campo “Trata-se de Obra”, a opção “Madeira”.
§ 1º No documento comprobatório a ser apresentado deverá constar obrigatoriamente a informação do tipo 13 (treze), mista.
§ 2º O procedimento previsto no caput não acarretará mudança no cálculo da Remuneração da Mão de Obra Total (RMT).

Art. 6º Este Ato Declaratório Executivo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União.

JOÃO PAULO R. F. MARTINS DA SILVA

Instrução Normativa nº 971, de 13 de novembro de 2009
DOU de 17-11-2009
Dispõe sobre normas gerais de tributação previdenciária e de arrecadação das contribuições sociais destinadas à Previdência Social e as destinadas a outras entidades ou fundos, administradas pela Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB).
AS OBRIGAÇÕES DO SUJEITO PASSIVO NA CONSTRUÇÃO CIVIL
Seção II
Das Obrigações Previdenciárias na Construção Civil

Art. 331. A empresa contratada, quando da emissão da nota fiscal, da fatura ou do recibo de prestação de serviços, deve fazer a vinculação desses documentos à obra, neles consignando a identificação do destinatário e, juntamente com a descrição dos serviços, a matrícula CEI e o endereço da obra na qual foram prestados.

Art. 339. Para regularização da obra de construção civil, o proprietário do imóvel, o dono da obra, o incorporador pessoa jurídica ou pessoa física, ou a empresa construtora contratada para executar obra mediante empreitada total deverá informar à RFB os dados do responsável pela obra e os relativos à obra, mediante utilização da Declaração e Informação sobre Obra (DISO), disponível no sítio da RFB na Internet, no endereço< http://www.receita.fazenda.gov.br&gt;. (Redação dada pela Instrução Normativa RFB nº 1.477, de 3 de julho de 2014)
§ 1º Para acesso à DISO é obrigatória a utilização de senha de acesso, gerada no sítio da RFB na Internet, no endereço constante do caput. (Incluído pela Instrução Normativa RFB nº 1.477, de 3 de julho de 2014)
§ 2º Observado o disposto no § 3º, para a transmissão da DISO é obrigatória a assinatura digital efetivada mediante utilização de certificado digital válido, exceto para as pessoas físicas. (Incluído pela Instrução Normativa RFB nº 1.477, de 3 de julho de 2014)
§ 3º As pessoas jurídicas optantes pelo Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Simples Nacional) que não possuam certificado digital, nem procurador com certificado digital, deverão apresentar a DISO na unidade de atendimento da RFB do domicílio tributário do estabelecimento matriz da empresa responsável pela obra, conforme modelo aprovado pelo Anexo V, observado o disposto no § 13 do art. 383. (Incluído pela Instrução Normativa RFB nº 1.477, de 3 de julho de 2014)
§ 4º Na hipótese do § 3º, a DISO deverá ser preenchida e assinada pelo responsável pela obra ou representante legal da empresa, em 2 (duas) vias, sendo uma delas destinada à unidade da RFB e a outra ao declarante. (Incluído pela Instrução Normativa RFB nº 1.477, de 3 de julho de 2014)
§ 5º A DISO estará vinculada à unidade de atendimento da RFB do domicílio tributário do estabelecimento matriz da empresa responsável pela obra ou da localidade da obra de responsabilidade de pessoa física. (Incluído pela Instrução Normativa RFB nº 1.477, de 3 de julho de 2014)
§ 6º Excepcionalmente, até o dia 21 de julho de 2014, a DISO poderá ser entregue, por qualquer contribuinte, na forma do Anexo V a esta Instrução Normativa, na unidade de atendimento da RFB de que trata § 5º. (Incluído pela Instrução Normativa RFB nº 1.477, de 3 de julho de 2014)

Art. 349. Quanto ao tipo, as edificações serão enquadradas da seguinte forma:
I – tipo 11 (onze), alvenaria;
II – tipo 12 (doze), madeira; e (Redação dada pela Instrução Normativa RFB nº 1.477, de 3 de julho de 2014)
III – tipo 13 (treze), mista, se ocorrer uma ou mais das seguintes circunstâncias: (Incluído pela Instrução Normativa RFB nº 1.477, de 3 de julho de 2014)
a) 50% (cinquenta por cento) das paredes externas, pelo menos, for de madeira, de metal, pré-moldada ou pré-fabricada; (Incluído pela Instrução Normativa RFB nº 1.477, de 3 de julho de 2014)

NOVO PRAZO PARA MAIS VALIA – 2015

Legislação – Lei Complementar

O Prefeito Eduardo Paes aprovou essa semana a Lei Complementar 157 de 09 de julho de 2015 que estabelece novo prazo, de cento e vinte dias, contados da data da publicação desta Lei Complementar, de requerimento dos benefícios da Lei Complementar n° 99, de 23 de setembro de 2009, para as obras realizadas até a data da publicação desta Lei Complementar.

Os demais termos da Lei Complementar 99/2009 foram mantidos com pequenas alterações.
O novo prazo é uma oportunidade aos imóveis que não atendem os parâmetros urbanos, porém devemos tomar o cuidado quando ao que chamo de relação “CUSTO X BENEFÍCIO”.
Uma coisa é legalizar aquela obra de cobertura na Vieira Souto ou outro local em que o bem imóvel tenha valorização significante em razão da legalidade. Outra coisa é abrir processo administrativo para legalizar aquela obra no afastamento frontal que contraria a Lei em Bairros do subúrbio, acarretando valores de mais valia exorbitantes, muitas vezes chegando-se a 30 ou mesmo 50% do valor do imóvel.
Como saber o que pagar? Muito difícil pois a regra não envolve apenas a área construída mas também parâmetros não atendidos. Assim, se a construção não atende em razão da falta de um prisma, será cobrada a área desse prisma com os parâmetros estabelecidos na Lei. Faltou uma vaga? Cobra-se a área equivalente a uma vaga de carro… ou seja, É preciso cuidado para não cair em armadilhas da Prefeitura.
Depois de aberto o Processo Administrativo, é como se estivéssemos chamando a fiscalização para nosso bem, fazendo com que a Prefeitura volte seus olhos, e cofres, para nossa irregularidade….
Mas, por outro lado, pode ser a única alternativa diante de uma Legislação feita em forma de uma colcha de retalhos como é a Legislação do Município do Rio de Janeiro.
Segue abaixo a íntegra da Lei Complementar 157 de 09 de Julho de 2015.
Nosso Escritório Técnico está capacitado para atender as demandas de Projetos e Legalizações em todo o Município.
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O prazo é curto….execobras

Lei Complementar nº 157/2015 Data da promulgação 09/07/2015

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LEI COMPLEMENTAR Nº 157 DE 09 DE JULHO DE 2015
Estabelece novo prazo para os benefícios previstos na Lei Complementar nº 99, de 23 de setembro de 2009, e dá outras providências.Autor: Poder Executivo

O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, faço saber que a Câmara Municipal decreta e eu sanciono a seguinte Lei Complementar:

Art. 1º Fica estabelecido novo prazo, de cento e vinte dias, contados da data da publicação desta Lei Complementar, de requerimento dos benefícios da Lei Complementar n° 99, de 23 de setembro de 2009, para as obras realizadas até a data da publicação desta Lei Complementar.

Art. 2º O caput do art. 3º da Lei Complementar nº 99/2009 passa a ter a seguinte redação:

“Art. 3º É permitida a regularização de obras de construção, modificação ou acréscimo, existentes até a data da publicação desta Lei Complementar, que não ultrapassem o limite de altura máxima prevista no projeto original aprovado, mediante o pagamento de contrapartida ao Município de quantia fixada em função do valor da metragem quadrada objeto da irregularidade e em função da modalidade de transgressão efetuada na forma abaixo, ficando isentos da referida contrapartida os templos religiosos de qualquer culto: (…)”. (NR)

Art. 3º Ficam acrescentados os arts. 8º-A e 8º-B à Lei Complementar 99, de 2009, com as seguintes redações:

“Art. 8º-A Na Zona Especial 5 – ZE-5 fica permitida a construção de um pavimento destinado a estacionamento ou a uso comum, além do número de pavimentos previsto para o local, mediante pagamento de contrapartida ao Município, nas seguintes condições:

I – a construção do pavimento definido no caput só será permitida em edificações com número de pavimentos superior a cinco;

II – o pavimento poderá ter projeção máxima de cinquenta por cento da área do lote, devendo ser obedecidos os afastamentos definidos na legislação em vigor.

§ 1º Excetua-se ao disposto no inciso II a área de implantação do Parque Olímpico, onde a projeção do pavimento definido no caput obedecerá às condições específicas da legislação em vigor para o local.

§ 2º Fica estabelecido o prazo de cento e oitenta dias para requerimento do disposto neste artigo.

§ 3º O prazo para pagamento da contrapartida e sua forma serão estabelecidos em regulamentação específica, sendo aplicável o fator tipologia de 0,25.

Art. 8°-B Nas edificações comerciais, ficam permitidos mediante pagamento de contrapartida ao Município, na forma estabelecida no art. 3º desta Lei Complementar:

I – jirau, com altura limitada a dois metros e vinte centímetros, nos pavimentos destinados a lojas situados acima do primeiro pavimento de lojas da edificação;

II – varandas, com área excedente à Área Total Edificável – ATE, atendidos os demais requisitos previstos na legislação aplicável.”

Art. 4º Esta Lei Complementar entra em vigor na data de sua publicação.

Art. 5º Ficam revogadas a partir de 30 de setembro de 2016 esta Lei Complementar e a Lei Complementar nº 99, de 23 de setembro de 2009.

EDUARDO PAES

CURSO DE LEGISLAÇÃO E LEGALIZAÇÃO DE IMÓVEIS

No dia 25 de Julho de 2015 teremos nova Turma do curso de Legalização de Imóveis. O único curso do Rio de Janeiro abordando a Legalização de Imóveis e Legislação aplicada ao tema, bem como toda a tramitação do processo de aprovação junto à Prefeitura.

Destinado aos profissionais da área de Engenharia Civil, Arquitetura, Operadores do Direito, Corretores de Imóveis e profissionais que desejem atuar nesse ramo cada vez mais carente de profissionais no Mercado.

O Professor, com vasta experiência na área, é autor do livro O Processo Administrativo na legalização de Imóvel residencial Unifamiliar, obra com leitura fácil e objetiva para instruir profissionais do ramo que poderá ser adquirido no local a preço promocional.

Nesse encontro, além da ementa já programada, falaremos sobre a nova forma de se obter Certidão Negativa de Débitos, agora com procedimento via Internet.

Daremos atenção especial a exercícios práticos utilizando os principais canais de entrada, acompanhamento e informações disponíveis na WEB.

O curso, ministrado no  Centro do Rio de Janeiro, tem ambiente climatizado e com todo conforto e facilidade de acesso.

Entre em contato pelo telefone 21-3979-3377 e reserve já a sua vaga. Ou envie mensagem para azenil@globo.com

Caso tenha interesse, segue anexa a ficha de inscrição e instruções quanto ao investimento.

Conhecimento não ocupa espaço…

Azenil de Carvalho Filho

Engº Civil e de Seg. do Trabalho

Bacharel em Direito Pós graduando em Direito Imobiliário

Mestrando em Engenharia Urbana

Corretor de Imóveis e Professor Universitário

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